No mundo do esporte a inovação é uma constante, e os números comprovam essa realidade. Segundo estimativas, o mercado global de tecnologia esportiva mais do que quadruplicará nos próximos anos, passando dos atuais cerca de US$ 30 bilhões para quase US$ 140 bilhões no início da década de 2030. Também entre espectadores e praticantes, as receitas estão em alta, impulsionadas pelo streaming, pelo merchandising, pelo aumento da atividade física e pelo crescimento do esporte feminino e do esporte adaptado; a cada edição, os Jogos Paralímpicos alcançam novos recordes de audiência.
Por trás de cada transmissão, atleta e equipamento de treino há direitos de PI: marcas, desenhos industriais, patentes, direitos de autor e, cada vez mais, direitos da personalidade. A inteligência artificial (IA) está transformando ainda mais esse cenário. Hoje, a IA é capaz de reproduzir a imagem, a voz e os movimentos característicos de um atleta sem sua participação. Falamos sobre esse desafio em nosso artigo sobre marcas de pose e mídias sintéticas.
A remuneração de atletas e criadores também é um tema central. Analisamos aqui como patinadores artísticos e suas federações gerenciam o licenciamento musical por meio de plataformas como a ClicknClear. Em outro artigo, examinamos como as patentes no paradesporto podem gerar benefícios que vão além dos Jogos e exploramos a inovação e a proteção de desenhos industriais por trás dos halteres.
Seja para atletas, inovadores ou organizadores, uma estratégia básica de PI pode proteger seu trabalho e abrir novas oportunidades de reconhecimento e remuneração justa.
Há muito mais por vir: a dinâmica entre esporte e PI continuará em destaque nos próximos meses. Inscreva-se para receber atualizações.
Boa leitura
Outros recursos da OMPI sobre esporte e PI
Página do Dia Mundial da Propriedade Intelectual e o Concurso de Vídeos para Jovens
Análises de PI sobre esporte e tecnologia